"Não permita Deus que eu morra,Sem que eu volte para lá;Sem que desfrute os primoresQue não encontro por cá;Sem qu'inda aviste as palmeiras,Onde canta o Sabiá."Em 1909, Euclides da Cunha morreu depois de trocar tiros com o amante ("ricardão") de sua mulher, o jovem militar Dilermando Cândido de Assis.

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